Do portão à sala de aula
Setembro chegou e, com ele, regressaram os alunos, os professores, as mochilas, os horários, as reuniões e aquele movimento tão particular das primeiras semanas de aulas. Regressaram também algumas notícias que parecem acompanhar-nos há demasiado tempo: faltam professores, há milhares de horários por preencher, alunos que começam o ano sem todos os docentes. Continuamos a falar do envelhecimento da classe docente e da dificuldade em atrair novas gerações para a profissão.
Quando o propósito se torna cuidado e presença na prática educativa.
Entre burocracias, metas impostas e ritmos acelerados, educar com intenção é mais do que um gesto: é um acto de resistência. Um acto profundamente humano.

